Pular para o conteúdo principal

Singin' In The Rain


Pois é, a chuva me pegou no meio da tarde, enfrentei um engarrafamento enorme para chegar em casa, me sentindo um pinto molhado. Resultado: apesar de tantas opções dançantes para esta noite, fiquei a ver tv. Ou melhor, lunaticamente mexendo no controle remoto, tentando assistir a 200 canais ao mesmo tempo. É nisso que dá ter tantas opções. Mas uma delas me fez recordar um filme que costumava passar na Sessão da Tarde do início dos anos setenta. Tem tudo a ver com a noite chuvosa de hoje, com dança e com música: Singin' In The Rain. Sim, o filme de 1951 (repito, eu assisti a uma reprise, ai, ai, ai). Dentre tantos outros musicais que passavam naquela época. Eu adorava. Mas lembro-me que meu irmão de-tes-ta-va. Ele dizia, quando esses filmes começavam: "não dou 2 minutos para eles, do nada, começarem a cantar e dançar". E se retirava para ouvir sua coleção de "The Beatles". Tenho que admitir que hoje em dia eu não teria paciência para assistir a esses filmes até o fim. Mas os sucessos de "Cats", "The Phanton of Opera" e outros estão aí para provar que ainda há público cativo. Para aqueles que não conhecem essa histórica cena do musical de mesmo nome, segue abaixo... não, não a versão original, que vocês poderão assistir no YouTube clicando aqui. Esta é uma versão com o patinador Kurt Browning (um gato), reencenando o musical. Para aqueles que encararam a chuva e foram ao niver do Jaime Arôxa naquele clube laaaaaaá no final daquela ladeira íngreme que vai dar na rocha do Corcovado - ou a algum dos demais bailes regulares ou especiais, meus parabéns, publico etse clipe em homenagem a vocês. Com direito à letra, para acompanhamento.

  • I'm singing in the rain
  • Just singing in the rain
  • What a glorious feelin'
  • I'm happy again
  • I'm laughing at clouds
  • So dark up above
  • The sun's in my heart
  • And I'm ready for love
  • Let the stormy clouds chase
  • Everyone from the place
  • Come on with the rain
  • I've a smile on my face
  • I walk down the lane
  • With a happy refrain
  • Just singin',
  • Singin' in the rain
  • Dancin' in the rain
  • Dee-ah dee-ah dee-ah
  • Dee-ah dee-ah dee-ah
  • I'm happy again!
  • I'm singin' and dancin' in the rain!
  • I'm dancin' and singin' in the rain...

Comentários

Margareth disse…
Chatos?
Se não fossem esses filmes, os quais assisti sempre que passavam, eu nunca iria querer aprender a dançar.
Obrigada pelos comentários, Margareth. Também visitei seu blog e o achei super legal. Até foi o download do material do Egito. Muito bom, parabéns.

Postagens mais visitadas deste blog

Personagens da nossa história: Mário Jorge, o Rei dos Salões

Mário Jorge, o Rei dos Salões Ele foi um dos maiores dançarinos – se não o maior – de nossos salões. Isto dito por inúmeras testemunhas que o viram criar nas pistas movimentos hoje incorporados definitivamente aos ritmos dançados a dois. Um trágico acidente o retirou das pistas e ele virou lenda. Décadas mais tarde, ao ser homenageado em um evento, eis que ele encontra a mulher da sua vida, que o ajudaria em sua reabilitação e o colocaria novamente sob as luzes dos holofotes. Estamos falando de MÁRIO JORGE MESSIAS MATOS, o “rei dos salões”, como era chamado nos anos sessenta, que recentemente oficializou sua união com D. Íris Neira, queridíssima administradora da Academia Carlos Bolacha. Foi o casamento mais comentado dos últimos tempos (foto abaixo). “Nem provei do buffet, pois não paravam de nos fotografar”, comentou Íris. . Empenhada em pesquisar e divulgar a história do marido (“muitas fotos se perderam e, dos filmes, só consegui recuperar dois, que precisam ser restaurados”), Íris...

Um pouco de história

Madame Poças Leitão Por Carla Salvagni* Louise Frida Reynold Poças Leitão é o nome completo de Madame Poças Leitão, que chegou em São Paulo em 1914, deixando Lousanne, na Suiça. Logo percebeu que os jovens das famílias mais abastadas necessitavam urgentemente de noções básicas de etiqueta. Fundou então a aristocrática “Escola de Dança de Salão e Boas Maneiras”**, em São Paulo. A dança de salão estava incluída no conhecimento básico de etiqueta, era indispensável na vida social requintada. Madame Poças Leitão representou a primeira (senão única) e mais importante escola de dança de salão nas classes altas, em contraste com inúmeros professores que atuavam principalmente na periferia de São Paulo e Rio de Janeiro, vários associados às casas de prostituição e/ou bailes populares (mas isso já é outra história, que oportunamente trataremos). Assim, graças a essa divisão por classe econômica e nível social do início do século, até hoje define-se duas linhas básicas de trabalho e duas his...

Pole Dance: saiba um pouco sobre as origens da dança e conheça a professora de dança de salão que treinou o elenco global

A professora Alexandra Valença e suas alunas no Projac Como tudo o que aparece nas novelas, o Pole Dance, apresentado ao público na novela Duas Caras, ganhou destaque na mídia e despertou o interesse de leigos e profissionais para essa forma sensual de dançar.  Nesta matéria, saiba um pouco sobre as origens da dança e conheça a professora de dança de salão que treinou o elenco global. Dançar em volta de instrumentos verticais já era uma prática em culturas milenares da Ásia.  O nome Mallakhamb, por exemplo, designa uma modalidade de ioga praticada num varão de madeira ou numa corda. Já o Mallastambha consistia no uso de um varão de ferro por lutadores, para aumentar a força muscular.  De fato, os movimentos em torno da vara trabalha o condicionamento físico, fortalecendo, sobretudo a musculatura de braços, abdome e pernas. Como a conhecemos no ocidente, a dança na vara, ou Pole Dance, surgiu na Inglaterra, passou para a Europa e foi para os Estado...