Um conjunto de casas em estilo neocolonial do fim do século XIX, mas em ruínas, cuja história se mistura à do bairro do Cosme Velho, pode virar um complexo de hotéis-butique aos pés do Cristo Redentor. Parte do casario do Largo do Boticário, cuja decadência ofusca a beleza dessa pequena ilha arborizada e de fachadas coloridas, foi desapropriada ontem pelo prefeito Eduardo Paes. Decreto tornou de utilidade pública os imóveis 20, 26, 28 e 30, de propriedade de Sybil Bittencourt, herdeira da família fundadora do extinto jornal “Correio da Manhã”. O prefeito disse que o casario será alvo de uma licitação para a escolha de uma rede hoteleira interessada em criar hotéis de charme no local. A reforma das casas caberá à empresa vencedora. A ideia é transformar o largo em referência do setor na cidade. Em processo de degradação há mais de 40 anos, os imóveis desapropriados contrastam com outros três preservados do largo. Um deles já abriga o hostel Casa 32. Valor não foi ...
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