Pois é, lá se vai mais um ano em que, para não fugir à regra, tivemos crises financeiras, escândalos políticos, discussões sobre combate à crescente violência, queda de aviões, arrastões, balas perdidas e até o retorno dos “apagões”. Algumas pessoas queridas no meio também nos deixaram este ano, como Maria Antonietta e, mais recentemente, o velho promoter Enio Manso. Mas também tivemos o que comemorar, como a indicação do Rio para sedir os Jogos Olímpicos de 2016. Já no nosso microcosmo da dança, podemos afirmar que 2009 foi o ano em que a dança se politizou, especialmente a dança de salão, que se juntou às outras modalidades irmãs em Foros de Dança, Conferências Municipais de Cultura, Reuniões Setoriais de Dança, Audiências Públicas e de grupos mais enganjados, como o “Consciência Coletiva”. Foram tantas as reuniões que, para os iniciantes no assunto, ficou difícil acompanhar o desenvolvimento dos assuntos nas várias esferas do poder (vide nossa Mensagem ao Leitor da edição de...